sábado, 27 de dezembro de 2008
F i m de A n o
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Canção dos Marinheiros
domingo, 23 de novembro de 2008
Cançãozinha
domingo, 26 de outubro de 2008
Percepção


Não vivo o outro lado do amor.
Só a saudade constante
Que me leva adiante
Seja lá como for.
Só o desejo que latente
Nunca parece próximo de ser satisfeito.
Assim como se não houvesse esperança
De nada ser perfeito.
No entanto, bem lá no fundo,
Bem no fundo de mim mesmo,
Sei que não será assim
E, lentamente, sem nenhuma pressa
Me preparo, cuidadosamente, para a promessa
Da alegria de teus beijos
E a festa do prazer
Que um dia há de acontecer.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
NAS ENTRELINHAS
domingo, 31 de agosto de 2008
S u m o


terça-feira, 22 de julho de 2008
Relíquias

quarta-feira, 18 de junho de 2008
Desarrazoado

O momento nunca é.
É só o cometimento,
A ocasião, o sentimento,
Desejo, paixão, o agora, o já, o é.
E nunca houve o havia.
É certo não poderia
Desejar o que desejo,
Mas a importância que vejo
Não está mesmo no beijo
Que é só o gatilho, a explosão.
Melhor que tudo é a ilusão.
A posse, a consumação
É o inicio do fim.
Então ficamos assim:
Eu digo não;
Você, sim.
"Mande lembranças de mim".
quarta-feira, 11 de junho de 2008
O efêmero
quarta-feira, 28 de maio de 2008
SEM RETORNO (Ou A vida não é vasilhame)

quarta-feira, 14 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
O Princípio do Caos



E, no entanto, as estrelas
Pareciam te cercar
E o sol no teu umbigo a bailar
Me prometiam que o Céu ia dançar
A dança sobrenatural do amor.
O teu perfume, os teus cabelos .
Se misturaram com o ar
E a linha do horizonte.
Nem sabia mais distinguir.
Vales de montes, saliva de chuva, seios de luas.
Tudo, tudo Era somente a carne tua.
E uma explosão de mundos e desejos .
Para fugir dos teus perigos .
Me afundei desatento na confusão que se fez .
De todos os elementos materiais .
E nunca mais tive abrigo nem paz .
Sempre querendo mais…
sábado, 5 de abril de 2008
A Luz Real

Um abajur azul,
Com sua arquitetura enviesada,
Lança luz e sombras
Sobre as paredes
Que só ostentam, agora, os traços
Do quadro, que nem lembra-
Tão expressivo-
Que um quarto é sempre
Feito para o amor.
Está tudo azul
Parece em toda parte,
Mas, sigo, infeliz,
Buscando na arte
A felicidade que se foi
E a alegria,
Que só o teu sorriso me trazia,
Com a verdadeira luz azul
Do nosso amor.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Descaminhos

Não é fácil ficar sem você.Porque é o mesmo que me negar a viver.Mas também não é fácil estar com você
sem andar de mãos dadas,sem fazer carícias,
sem dizer palavras de amor
e percorrer o delicado caminho do desejo,
da paixão, do prazer e da loucura
que somente os amantes conhecem. Não consigo ir nem sei mais como buscar
o muito que perdi.
Não sei para onde ir
nem tenho razões para voltar.
Desejaria só acompanhar teus passos
para não ter esta permanente saudade
que entristece os dias
e me faz ser
a sombra do que fui.
E sinto que,
Longe de você,
Meu mundo foge
Como se os caminhos fossem virtuais
E não houvesse realidade mais...
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Pormenores



E a tarde luminosa
Parecia de cinema
Quando me destes a mão...
Não sei se tremíamos
Por causa do vento,
Ou do momento,
Quando começou a chover..
Pensei que poderia morrer ali,
Mas, pedi a Deus que nos deixasse
Viver, pelo menos, um pouquinho mais...
E o barulho dos nossos corações,
Que batiam aceleradamente,
Me deu medo de que todos
Os passantes soubessem
O que, inevitavelmente,
Nós íamos fazer...
Tanto era o prazer.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Aceitação


Há um tesouro mais que precioso
Muito além de tudo que posso ter agora.
Há, sei que há.
E minh’alma que tenta se enganar,
Com arrodeios em volta de outras miragens,
Inconscientemente se conscientiza,
Alma errante e pecadora,
Com o recado que vem da brisa,
Com o perfume que vem do mar
Que o tempo há de chegar.
Por enquanto, só nos meus sonhos,
Nos meus sonhos mais profundos,
Vejo a silhueta da mulher
Num pano de fundo
De espuma, céu e mar
E, suspiro, um suspiro bem fundo,
De quem tem vontade de amar.
É só uma questão de tempo.
Uma questão do vento me levar.
Uma questão de aceitar
O inevitável.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Toada

Seu rei mandou dizer
Que a rainha não morreu.
Quem pode morrer de amor
Sou eu,
Sou eu.
Faz tempo que tô tocando
Esta boiada de boizinho azul
De sul a norte
De norte a sul
Sem achar o amor no meu caminho.
Chega, meu amor,
Chega logo.
Devagar, devagarinho...
Faz tanto tempo
Que toco a boiada
Que até os bois
Não são mais iguais
Ficaram azuis, azuis demais
Até parecem passarinhos.
Eh!Boi!Eh!Boizinho!
Ser tão azul é bonitinho,
Mas cansei de estradas
E de caminhos
Só quero amor, carinho e vinho.
Seu rei mandou dizer
Que a rainha não morreu.
Quem pode morrer de amor
Sou eu,
Sou eu.


Links Especiais
- A arte em toda parte
- A cor da letra
- A dona da história
- A janela laranja
- A tradução da memória
- Abrindo janelas
- Acqua
- Alegria agora
- Além dos sentidos
- Antigas ternuras
- Antigas ternuras
- Arte imita a vida
- Betty
- Brincando com as palavras
- Cabana de palavras
- Café com creme
- Caminhar
- Caminhos Zen juízo
- Caravela brasileria
- Cartas sem valor
- Coisas que ninguém deveria ler
- Coletânea artesanal
- Cotidiano
- Cravo e canela
- Cristal poesia
- Cultura em pauta
- Curious
- Curiousnet
- Devaneio Abissal
- Em preto e branco
- Encanto
- Entre a vergonha e a sem vergonhice
- Erotismo casual
- Estou aqui de passagem.
- Fina flor
- Floresta da ursa
- Gotas de sentimento
- Histórias & sabores
- Homem é tudo palhaço
- Jornal Diz Persivo
- Labirinto de olhares
- Literatura comparada
- Mentiras históricas
- Meus devaneios
- Nasci na época errada
- Negra tinta
- Neste instante
- Nimbypolis
- O olho que nos olha nos olhos
- O que você ama define quem você é
- O X do sexo
- Olhos de Mar
- Palavras
- Patty -page
- Pingente
- Poemas e amores
- Psicologia em debate
- Quadro negro
- Rainhas do lar
- Recanto das letras
- Screpeando a vida
- Sindicato da notícia
- Sindicato da notícia
- Sleiyver Cultural
- Sob o céu de Carol
- Sub Rosa
- Vieira Calado.poesias
- Visão de Futuro
- Viva a poesia

O encontro da Imagem com a Palavra.

- Lia Noronha &Silvio Spersivo
- A fotografia interagindo com a poesia...num encontro triunfal.